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Além de auxiliar na detecção precoce de inflamações, exames de sangue podem indicar fatores de risco para vários outros problemas de saúde
Veja quais exames de sangue ajudam a diagnosticar inflamações - Foto: Shutterstock

Saúde

Exames de sangue que ajudam a identificar inflamações no organismo

Além de auxiliar na detecção precoce de inflamações, exames de sangue podem indicar fatores de risco para vários outros problemas de saúde

Os exames de sangue desempenham um papel fundamental para a manutenção da nossa saúde, pois permitem identificar alterações no organismo antes mesmo do surgimento de sintomas. Eles são aliados valiosos para a detecção precoce de inflamações, disfunções metabólicas e outras condições que podem comprometer a saúde a longo prazo.

De acordo com o especialista em bacteriologia do LANAC – Laboratório de Análises Clínicas, Marcos Kozlowski, a inflamação crônica pode passar despercebida por anos, sendo importante focar na prevenção. “As inflamações crônicas, quando não diagnosticadas, contribuem para o desenvolvimento de diversas doenças, como diabetes, doenças cardiovasculares e até mesmo câncer. Por isso, exames laboratoriais que avaliam marcadores inflamatórios são essenciais para um diagnóstico preciso e para o acompanhamento da saúde do paciente”, explica.

Diagnosticar essas condições precocemente permite adotar estratégias preventivas e terapêuticas mais eficazes. Nesse contexto, os exames de sangue são aliados fundamentais. Pensando nisso, o especialista elencou nove tipos de exames de sangue que ajudam a identificar inflamações no organismo. 

Ferritina 

A ferritina é uma proteína que armazena ferro no organismo. Quando seus níveis estão elevados, pode ser um indicativo de inflamação crônica, doenças hepáticas e até mesmo sobrecarga de ferro. Por outro lado, níveis baixos (abaixo de 50) podem levar a sintomas como queda de cabelo, desânimo e dificuldade para ganhar massa muscular.

Insulina

A insulina é um hormônio essencial para o metabolismo da glicose. Quando seus níveis estão elevados, isso pode indicar resistência insulínica, um quadro associado à inflamação crônica e ao desenvolvimento de doenças como diabetes tipo 2 e obesidade. Manter a insulina sob controle é fundamental para evitar complicações metabólicas.

Homocisteína

Esse aminoácido, quando encontrado em altas concentrações no sangue, pode indicar risco cardiovascular e inflamação. Níveis elevados estão relacionados a um maior risco de doenças como aterosclerose, AVC e tromboses. A regulação da homocisteína depende de uma dieta equilibrada e da ingestão adequada de vitaminas do complexo B.

PCR (Proteína C Reativa)

A PCR é um dos marcadores mais utilizados para detectar inflamação sistêmica. Altos níveis dessa proteína no sangue indicam processos inflamatórios ativos, podendo estar associados a infecções, doenças autoimunes e risco aumentado de problemas cardiovasculares.

Gama GT

A enzima Gama GT é um marcador hepático que ajuda a identificar sobrecarga do fígado e processos inflamatórios no órgão. Seu aumento pode indicar consumo excessivo de álcool, doenças hepáticas e disfunções metabólicas, como resistência insulínica.

Vitamina B12

A vitamina B12 é essencial para o metabolismo energético e para a saúde neurológica. Sua deficiência pode aumentar os níveis de homocisteína e contribuir para processos inflamatórios. Além disso, baixos níveis de vitamina B12 podem causar fadiga, fraqueza muscular e problemas cognitivos.

Vitamina D

Além de sua função essencial na saúde óssea, a vitamina D desempenha um papel crucial no sistema imunológico. Níveis baixos dessa vitamina estão associados ao aumento da inflamação, maior suscetibilidade a infecções e risco de doenças autoimunes.

Ácido úrico

O ácido úrico é um subproduto do metabolismo das purinas. Quando seus níveis estão elevados, pode haver deposição de cristais nas articulações, causando inflamação e dores intensas, como ocorre na gota. Além disso, o excesso de ácido úrico pode estar relacionado ao aumento do risco cardiovascular.

Hemoglobina glicada

Esse exame mede a média da glicemia nos últimos três meses. Quando seus valores estão elevados, indica que a glicose no sangue tem permanecido alta por longos períodos, o que pode levar a processos inflamatórios e danos aos vasos sanguíneos, aumentando o risco de complicações como neuropatias e doenças cardiovasculares.

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