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A dermatite atópica é uma condição dermatológica crônica que tem impacto significativo na qualidade de vida do portador
Dermatite atópica pode exigir tratamento psicológico - Foto: Shutterstock

Saúde

Dermatite atópica: conheça os sintomas e tratamento

A dermatite atópica é uma condição dermatológica crônica que tem impacto significativo na qualidade de vida do portador

A dermatite atópica é uma doença genética de caráter crônico, caracterizada por lesões de pele associada a ressecamento e prurido intenso. Embora seja uma doença de pele, o eczema atópico pode afetar psicológicamente o portador, desde sintomas como ansiedade e depressão, até problemas mais sérios como prejudicar o desenvolvimento neurológico.

O eczema atópico tem, em sua maior parte, início na infância, e por se tratar de uma fase de desenvolvimento o tratamento correto e suporte psicológico se tornam imprescindíveis. Pessoas com essa patologia, geralmente se mostram mais ansiosas e depressivas, devido aos sintomas, afetando tanto atividades diárias, como escolar, social e profissional. 

“Essa condição muitas vezes atrapalha o paciente no seu dia a dia, seja nas suas tarefas diárias, seja durante o sono, que é afetado devido ao incômodo causado pelo prurido e ressecamento”, comenta a médica Gabriela Morales. 

Sintomas da dermatite atópica

Os principais sintomas da dermatite atópica são coceira e ressecamento intensos que acometem principalmente dobras do corpo como braços, joelhos e pescoço. Estar atento aos sinais e sintomas da dermatite atópica é imprescindível, pois apesar de se tratar de uma doença crônica, ela tem controle.

“O paciente diagnosticado com dermatite atópica precisa de uma avaliação tanto física quanto psicológica, em alguns casos. Pois, a depender da intensidade da doença, seus sinais e sintomas podem acarretar problemas psíquicos no doente”, afirma Gabriela.

Formas de tratamento

Normalmente, a dermatite é tratada com medicamentos tópicos como corticóide, derivados da calcineurina, fototerapia, e o uso de hidratantes. Em casos mais graves, é necessário o uso de medicação via oral que podem ser imunossupressores, corticoide oral e também imunobiológicos.

De acordo com Gabriela, além dos medicamentos, a educação do paciente sobre a condição e a importância da adesão ao tratamento e mudanças no estilo de vida são cruciais. “O conhecimento sobre gatilhos ambientais e alimentares também pode ajudar os pacientes a evitarem surtos. A consulta regular com médico e outros profissionais de saúde é essencial”, conclui a médica.

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