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Especialista explica como funcionam os procedimentos a laser e remoção química que removem a micropigmentação
Laser ajuda a remover micropigmentação das sobrancelhas - Foto: Shutterstock

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Veja como remover a micropigmentação das sobrancelhas

Especialista explica como funcionam os procedimentos a laser e remoção química que removem a micropigmentação

A moda está inserida na sociedade o tempo todo, em todas as áreas, inclusive na estética. Há pouco mais de cinco anos, a moda era fazer a sobrancelha bem marcada com a técnica da micropigmentação conhecida como “esfumada”, onde se preenchia toda a sobrancelha de maneira bem aparente e forte. 

“Essa técnica era aplicada nas sobrancelhas, contorno dos olhos e lábios, resultando em linhas escuras que com o tempo ficavam super coloridas em tons azulados, verdes ou roxos. Era a mesma técnica das tatuagens, a mesma tinta inclusive, mas conforme as células de defesa do organismo expulsaram lentamente o pigmento, foi ficando aquele aspecto desbotado”, explica a esteticista e micropigmentadora Thassia Piezzaroli. 

A técnica parecia uma solução ideal naquele momento, só que devido ao boom da época, muita gente fez o procedimento e se arrependeu porque a moda passou e agora podem estar se perguntando: será que existe algo que possa ser feito para corrigir isso? Segundo a especialista, é possível, sim, remover esses pigmentos e restaurar a pele. 

Como remover a micropigmentação?

Dois procedimentos básicos ajudam na remoção da micropigmentação na sobrancelha, seja porque a pessoa não gostou do resultado ou porque já não se identifica mais com aquela aparência: o laser e a despigmentação química.

Laser

Várias famosas já utilizaram essa técnica, que é realizada através de um aparelho que emite uma luz na pele e diminui o tamanho das partículas de pigmento, facilitando a absorção pelo organismo. Segundo Thassia, o número de sessões depende da quantidade de pigmento. Quanto menos houver, mais rápido é o processo. “Com pouco pigmento, cerca de duas sessões podem ser suficientes; com muito pigmento, podemos chegar a dez sessões”, explica a especialista.

Despigmentação química

Nesse caso, um aparelho chamado dermógrafo – o mesmo utilizado para a micropigmentação – em vez de injetar pigmento, injeta um ácido na pele, causando uma descamação controlada de dentro para fora. A pele inflama, descama e o pigmento é eliminado à medida que a pele se regenera. 

“A despigmentação química é eficaz para qualquer cor de pigmento, enquanto o laser é mais específico para pigmentos escuros. Para pigmentos coloridos, o laser utilizado é diferente”, esclarece a esteticista. 

Vale lembrar que independente da técnica, elas devem ser feitas sempre por um profissional qualificado. 

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